Sempre somos os observadores, mas as vezes nos identificamos tanto com os eventos que até perdemos o aspecto de observador. É por isso que o material fica completamente perdido, e podemos fazer as coisas sem o observador.
Os dados da física mostram que o objeto propriamente dito é na verdade uma simplificação do que chamamos de “lá fora”.
Quando olhamos para partículas atômicas e subatômicas ou matéria atômica e subatômica de qualquer forma, o que descobrimos é que o jeito que olhamos pra pra isso realmente muda as propriedades do que observamos lá fora.
Não é sabido na mecânica quântica como nos comportar como observadores do mundo, não sabemos como nos tratar como observadores, como outra parte do sistema físico que estamos descrevendo. O único jeito que se sabe fazer mecânica quântica é com a fórmula tradicional de manter o observador fora do sistema que ele está descrevendo. Quando você o coloca lá, aparecem todos esses paradoxos, e se torna forçado dizer na mecânica quântica coisas como; “o livro está fazendo isso por causa da mecânica quântica, e eu vejo isso porque estou lá e vejo, e é melhor não tentar analisar a segunda parte da frase para aplicar a mecânica quântica nela porque não vai dar certo”
É por isso que existem duas leis diferentes da evolução dos sistema físicos; uma que se aplica quando não se está olhando para ele; e a outra quando se olha.
Não vamos colocar numa fórmula matemática o ato de um observador consciente chegar numa resposta.
As pessoas dizem: “A câmera grava e pronto”, está filmado, foi gravado. Porém você esqueçeu de uma parte da equação; alguém tem que olhar a fita. E até alguém olhar a fita, nada foi gravado!.
Você muda o comportamento de uma fenômeno quântico só pelo simples fato de observá-lo.